Introdução

O aprendiz folheava as paginas amareladas de um grande livro de capa dura, não o lia realmente apenas passava os olhos nas poucas figuras que o mesmo possuia e lia alguns trechos que mais o interressavam. Tal livro tinha sim um autor e um titulo, mas o interresse do aprediz estava voltado para a proxima lição de seu tutor que hoje se atrasara mais que o normal. E entre um sonho e outro o aprendiz lia um trecjho do desconhecido livro.

“…Esses velhos ossos cansados de escrever relatam exatamente o que aconteceu naqueles anos de terror, os deuses descidos lutaram contra seus irmãos e os mortais sofreram uma ira que nem aqueles que herdariam dos deuses puderam suportar…”

A criança bocejava, sabia do que o livro ia lhe contar, a guerra dos mortos era pouco mais que uma lenda e para o Aprendiz um morto-vivo, ou uma infinidade deles, não seria um desafio a altura de uma cavalaria Boldaviana ou de uma muralha de escudos Kosdowianos. Enquanto o garoto ria com seus sonhos de batalhas contra mortos-vivos, ele mesmo corria as paginas do Livro.

“… Ora, ora a velha Havini pensava mesmo que os homens saberiam dividir o seu grande poder arcano, imagino eu que a sapia senhora deveria antes de tudo ter consultado Tsamini ela sim saberia dizer o que os homens tramariam com sua herança…”

O mestre do garoto fala-lhe do ocorrido, contou que muitos anos atraz existia uma deusa que ensinava magia para os mortais, mas que tornou-se profundamente triste com as guerras entre seu filho e os seus irmãos, pensava essa deusa que poderia se tornar uma grande força magica que encheria de poder os magos e feiticeiros,mas foi nessa epoca que o conselho e apenas ele ergueu-se num poder magico tão supreendente que assustou ate mesmo a Luz e as Trevas. Buren foi o primeiro logico sempre foi mais ambicioso, mas anaria e Alarim assim como os demais rapidamente copiaram o feito e o conselho que não existia desde a segunda era surgia novamente poderoso.

O que teria acontecido com seu mestre? Perguntava-se o Aprendiz, a hora da refeição do meio-dia ja chegara e o velho mentor ainda não comparecera ao laboratorio magico. Como não se atrevia a começar sem o tutor o jovem continuou a passar as folhas do Livro.

“… Eles vierm como uma onda de morte, os malditos atacaram de noite, não declararam guerra como homens civilizados, foram muito rapidos pareciam que cavalgavam demonios e criaturas de pesadelo…”

Esses sim a criança sabia que davam medo e eram perigosos, malditos sejam os orcs e seus filhos horrosos. Essa era sim uma historia que merecia ser lida.

“… O Sol raiara no leste e um corvo enpoilerava-se no alto das torres de vigilia, o grunido que o corvo dera fazia com que o soldado que estava sonolento devido ao vinho da noite anterior despertasse e sentisse o cheiro de morte que vinha do leste. Cabeças, varias delas estavam penduradas em estacas de frente a Quebramar, a cidade mais bela do reino e a tambem a capital de certa forma ja que Quebramar desde que era chamada de Teochiuam que tem sido a morada da familia |Kindaro, a familia real. O soldado acordara a cidade naquele dia e um grupo de cavaleiros reais foram ate as cabeças e ver o que acontecera. Estavamos no vigesimo segundo dia do Nelzu do ano de 1666 da Quarta era, eu me lembro que era uma noite de lua cheia azul e quando a guarda do rei voltou eu podia ver a lua tão grande que so conseguiamos ver metade de uma lua, a outra metade ficava pra la do horizonte de tal grande que era. A guarda era comandada pelo paladino do rei Torvis Lemod III, ou Torvis, O Escorpião da Armadura de Aço Dourado, e foi ele proprio que na sala do trono na frente de todos os presentes ofereceu a verdade nua e crua ao rei. Segundo Torvis e ele sabia disso por que mandou espioes cavalgarem alem das colinas de Quebramar, os que cometeram tal afronta perante a coroa era nada menos nada mais que Orcs que estão ha menos de dois dias de caminahda, o emblema nos elmos e alguns estandartes encontrados pertenciam aos homens de BarVaragil e Tauril. O nome das cidades enfureceu o rei que logo perguntou aos conselheiros como um bando de orcs derrubaram as duas maiores cidades do leste …”

O jovem espera o mestre enquanto a Arluz, Senhor do dia, iniciava sua descida a oeste.

Cerco a Fortaleza da Torre Vermelha

abiliojunior